A transformação digital já faz parte da realidade do mercado jurídico. A Inteligência Artificial, em especial, vem ganhando espaço não apenas como ferramenta de automação, mas como um recurso capaz de apoiar a gestão, a análise de informações, a tomada de decisões e a relação com os clientes.
Atentas a esse movimento, Adriana Pelisson e Sandra Lara, da Moya e Lara, participaram do encontro “Advocacia 2030: Como a IA Está Redesenhando a Gestão Jurídica”, promovido pela Thomson Reuters.
O evento reuniu vários profissionais em uma discussão sobre o futuro da gestão jurídica e sobre os impactos práticos da Inteligência Artificial na rotina dos escritórios de advocacia.

IA deixa de ser tendência e passa a integrar a gestão jurídica
Um dos principais pontos apresentados no encontro foi a mudança de papel da Inteligência Artificial dentro do ambiente jurídico.
A tecnologia já vem sendo incorporada a atividades que fazem parte da rotina dos escritórios, incluindo gestão de processos e prazos, organização de informações, apoio à tomada de decisões e atendimento aos clientes.
Isso significa que a discussão sobre IA na advocacia vai além da simples automação de tarefas. O avanço dessas ferramentas também traz novas possibilidades para pensar processos, produtividade, eficiência operacional e crescimento dos escritórios.
O que a advocacia pode esperar para os próximos anos?
O conceito de Advocacia 2030 propõe justamente essa reflexão: como será a gestão jurídica em um cenário no qual a tecnologia estará cada vez mais presente?
A resposta passa por compreender que a adoção da IA não acontece de maneira isolada. Para gerar resultados, é necessário avaliar como as ferramentas podem ser integradas aos processos e à estratégia de cada organização.
Nesse contexto, questões como governança, segurança das informações, qualidade dos dados, capacitação das equipes e uso responsável da tecnologia também ganham relevância.
Tecnologia como apoio à eficiência
Quando bem aplicada, a Inteligência Artificial pode contribuir para reduzir o tempo dedicado a atividades repetitivas e permitir que profissionais direcionem seus esforços para tarefas que exigem análise, estratégia e tomada de decisão.
A própria proposta do encontro da Thomson Reuters parte dessa perspectiva: discutir de que maneira a IA pode gerar mais valor para profissionais, equipes e clientes.
Para os escritórios, isso representa uma oportunidade de repensar modelos de gestão e identificar onde a tecnologia pode efetivamente gerar ganhos de eficiência.
Moya e Lara acompanha as transformações do setor
A participação de Adriana Pelisson e Sandra Lara no encontro reforça a importância de acompanhar as discussões que estão moldando o futuro da advocacia.
Conhecer novas soluções, ouvir diferentes perspectivas e entender como outras organizações estão lidando com a transformação tecnológica são caminhos importantes para tomar decisões mais conscientes sobre inovação.
Para a Moya e Lara, acompanhar a evolução do mercado também significa olhar para a tecnologia como uma ferramenta que pode apoiar uma gestão jurídica mais organizada, eficiente e preparada para os desafios dos próximos anos.
A Advocacia 2030 já começou. E compreender as transformações de hoje é parte da preparação para o futuro.